AS MUITAS E TODAS (IN)VERDADES DE NOSSAS VIDAS

       No mundo foram criadas tantas coisa. E sem querer cair em esparrelas, é bom descrever sem acinte sobre isso. Antecipando que qualquer um de nós escolhe o modo e/ou jeito de viver. Principalmente em se expressar. Mas, seja como for, nunca se conseguirá atingir e/ou alcançar aquilo que se deseja transmitir e/ou comunicar. Paciência.

      E das muitas afirmações criadas entre todos, de um modo geral, algumas delas agradam e outras não. E isso é o suprassumo da mesmice. Entretanto, deve-se registrar que não podemos acreditar em tudo o que lemos, ouvimos, vemos ou seja lá em qualquer/toda forma de comunicação.

      Talvez não se tenha, tampouco se consiga, classificar os tipos de pessoas que existam mundo afora. Porque as nuances são ilimitadas. E mesmo que hoje em dia haja aplicativos para tudo, E dos mais recentes e vitoriosos temos a tão (má) afamada Inteligência Artificial (AI). E é nela, atualmente, que anda o perigo. E grandioso, sem sombra de dúvida.

       É impressionante que logo a seguir da sua criação(?), muitos andam se deixando levar por ela. Mas isso já nem é coisa nova, o fato de se deixar levar, isso são coisas muito velhas, até. Daí que criou-se os famosos ditados. E que se pode contar, também com aforismos.

       E é sabido que isso é usado em muitas e várias das circunstâncias em que vivemos, quando desejamos passar uma mensagem, ou até mesmo uma lição, para alguém ou alguns. E isso caiu de jeito entre todos, a ponto de muita gente levá-los como essência da verdade. O que nem sempre ocorre ou é certo.

      Aproveitando a recém passagem de ano dias atrás, peguemos por exemplo certas práticas usadas por alguns em cumprirem as famosas receitas de sucesso para tal efeméride. Também tem a ver com as simpatias. E que ninguém se assuste com o número de pessoas que cumprem, até com rigor, muitas dessas nessa oportunidade, o ano novo. Fazer o quê?

      É mais do que muito óbvio que tudo isso não passe de uma baita asneira, mas se não quiserem arrumar encrencas, nunca afirmem tal coisa, deixem-nas por conta desse autor. Também não as contestem com quem as fazem. Que sigam em suas ditas inocências.

      E é tão fácil explicá-las da perda de tempo dessas manobras. Apenas peçam à elas anotarem todos os pedidos feitos, seja lá sobre o que for, nesta data (a passagem do ano), e logo ao fim do ano seguinte, revejam tudo o que foi pedido, almejado, tentado e prometido. E apurem quantos desses foram concretamente realizados e alcançados nesse período. E aí, sem nenhum susto, conseguirão observar que poucos ou até nenhum deles realizou-se.

      Mas digamos que a inocência ou a fantasia existam e permaneçam na vida da gente. Mesmo que atravessemos muitas décadas nela, que podem ser de cinco a oito delas, não faz a menor diferença. Parece que é próprio do ser humano ter que passar por isso. E que não tenhamos o intuito disso acabar. É arrumar muitas encrencas com isso. Sem contar que as nossas próprias vidas, correm melhor com esses tipos de eventos. Taí. Mais ou menos, a razão da existência do bom velhinho, o Papai Noel.

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