OS TEMPOS MUDARAM, MUDAM E MUDARÃO...SEM CESSAR...

     Voltássemos ao início do século passado, o XX, para buscarmos comparações com esse século atual, o XXI, a primeira coisa pela qual passaríamos seria um baita susto. Praticamente tudo mudou de lá para cá. "De cabo a rabo", diriam os mais velhos. 

      Tanta coisa. Com e sem sentido. E não há como voltar atrás. Nem evitar algumas delas. Até todas. Porque o mundo e a vida vão avançando, levando tudo e todos de roldão. E todos os costumes, atos e ações se alteraram e continuarão a se alterar. Por hoje e por doravante. E que ninguém os tente reter. 

      Talvez possa se exagerar a afirmar que há uma afirmação humana que diz de sua inteligência. E, agora, com a implementação da tal "artificial", aí mesmo é que a coisa mais se complica. Se já não se conseguia explicar muita coisa, imagine agora.

      Peguemos um simples exemplo, dessas doideiras que vemos nos dias atuais. Alguém adquirir e usar roupas rasgadas. E isto perpetrado pelo próprio. Antigamente era coisa de alguém esfarrpado, pobre, largado por aí. Mas agora, é chic. É moda. Imaginem!

       E observando muitos dos comportmentos humanos nos dias atuais, a primeira coisa está no aspecto insurgência. Atos relapsos por parte de quase todos. Parece até que a regra passou a ser infringir as leis, as regras, os regulamentos e as normas. Rasguem-se tudo o que foi composto para esse sentido.

        Educação? Artigo de luxo. Pelo menos outrora. Porque hoje em dia quase ninguém a possui ou a domina. Até muito pelo contrário. Aquela antiga "Etiqueta Social", por exemplo, foi completamente apagada do comportamento da sociedade atual.

        Para os que se encontram hoje na terceira idade, os idosos, estes, coitados, sofrem bastante. Porque não é fácil suas adaptações ao que está aí. Principalmente no âmbito da tecnologia. Mas pior que isso, é a profunda alteração moral pela qual o mundo passou. Aí é onde estão as maiores dificuldades desse pessoal. Paciência.

RELIGIOSIDADE: UMA COMPLEXIDADE VITAL

          Difícil, e muito, abordar certos assuntos. Por várias e diversas razões e motivos. Primeiro pelo alcance de se ferir suscetibilidade em alguém, ou até mesmo em alguns. E do que se refere tal assertiva? De religiões. Seja lá qual for ela.

       Primeiro porque quando se faz indagações sobre algo à elas relativos, mesmo que saibamos ser uma resposta e/ou uma explicação insustentável do que foi indagado, sempre se recebe respostas, no mínimo, incompletas e/ou inexplicáveis. Também inconclusivas. Há o ensejo de se divagar a respeito, criando ou gerando teorias até absurdas.

       Talvez isso fosse contornado se a humanidade conseguisse descobrir a sua verdadeira origem. Porque pelo menos em duas situações, uma religiosa e outra científica, mesmo assim ainda se fica pendente de uma verdade daquelas que chamamos absoluta.

        Uma religião, seja qual for, usa do recurso do mistério. Até mesmo do medo ao seguidor. E aí sai vencendo porque como ninguém sabe a exatidão daquilo que teme, sempre ficará de pé atrás, se são verdades ou não. 

        Também, nesses casos, usa-se a argumentação da fé, que é acreditar em buscar solidez nela. Você tem acreditar naquilo que lhe apresentam e acabou. Sem mais conversa. E isso vem atravessando milênios.

        Nesse ponto pode-se usar os créditos do Cristianismo e do Judaísmo. Ambas as religiões estão a milênios aguardando o retorno (a volta) de seus Messias. O Judaísmo a 5.785 anos; o Cristianismo, 2025 anos. Daí indaga-se qual delas tem a razão disso?

        Um outro ponto é o seguinte. Em quase todas as religiões se observam sérias discordâncias, dissonâncias e desavenças entre seus seguidores. Mais ainda com os que não pertencem à elas. Porque entra o aspecto de vender a respectiva credulidade. E não admitem controvérsias a respeito disso.

        Mas, pesado mesmo é alguém que não possua seus (deles) próprios credos, e nem precisa discordar abertamente disso. Basta não aceitar as respectivas referências de alguma religião. Acaba quase sempre sendo rejeitado e até repelido por seus seguidores. Coisa estranhíssima.

        A vida é assim mesmo. Cheia de nuances, mistérios, dúvidas e desencontros. O importante é vivê-la, buscando e evitando arrumar encrencas. O resto vem a reboque.


*Em tempo: existe até uma situação interessante envolvendo religião. É que costuma-se classificar alguns seguidores, principalmente da religião muçulmana, por exemplo, como radicais e/ou fundamentalistas, pelas contundências que perpetram com aqueles aos quais consideram adversários. Entretanto, existe no cristianismo esse mesmo tipo de elemento. Digamos que dissimulados.

ALHOS E BUGALHOS

     O jornalista Paulo Figueiredo, que mesmo sendo um brasileiro, por rzões específicas foi se exilar nos Estados Unidos, estando lá já há onze anos, com permanência legal e documentada. Isso lhe dá as garantias legais de estar lá como se fosse um americano.

     E isso aconteceu por ele manter uma postura critica, tecendo artigos e comentários, quase sempre voltados à política e seus agentes, angariando inimigos em demasia. E quase sempre figurões. Um deles o ministro Alexandre de Morais, que o persegue há anos, que conseguiu êxito em causar-lhe danos profundos como cassação de passaporte, cancelamento de suas redes e canais na internet, bem como buscando transformá-lo num proscrito junto à Polícia Federal. Só não o conseguiu à Polícia Internacional.

     Então, desde sempre, ele tem se movido de forma especial em conseguir que os Estados Unidos, através da Lei Magnitsky, agindo junto ao Congresso Nacional Americano, com a finalidade de sancionar esse ministro, buscando desestabilizá-lo de poder que assumiu exageradamente em nosso país.

     E dentre muitos imbróglios que se envolveu, um deles dá conta de um processo que lhe moveu uma deputada chamada Erika Hilton, que na verdade é um homem cujo nome de origem é Felipe Santos Silva. O que consta em sua ficha de vereador no interior de São Paulo há tempos atrás.

     Mas Paulo Figueiredo, sabe-se lá por que cargas d'água, o tratou ou referiu-se a ele com sua originalidade genética e não como em uso nesse tal de "nome social". Foi onde arrumou sarnas pra se coçar, haja vista que esse elemento o processou, o que nem se sabe se logrará êxito com isso, pela residência do mesmo nos Estados Unidos.

     E o jornalista abriu guerra contra o acusador. Em seus canais, destaca essa situação, acrescentando o fato de que só mudará o tratamento a ele se o mesmo apresentar documento onde consta registro de ser do sexo feminino e não o contrário. 

     Destaque-se um fato: este mesmo deputado teve sua entrada nos Estados Unidos impedida, por constar nele o gênero masculino, apesar da aparência feminina. E isso foi que gerou toda essa polêmica por parte do atingido.

     E a verdade é que o mundo virou de cabeça para baixo. Pessoas apresentando desajustamentos profundos, querendo fazer com que as demais aceitem uma situação descabida, como essa aqui relatada. Tudo isso contando com a incompetência jurídica ora existente, que está sendo incapaz de analisar com propriedade e clareza, situações estapafúrdias como essas.

     Em resumo: tentam e buscam alterar a naturalidade e a natureza das coisas nesse nosso atual cotidiano. Onde é que tudo isso parará?

SORTE

       A sorte existe?

    Eis uma questão muito complexa. E a resposta não é fácil. Pelo menos para grande parte das pessoas. Isto porque muitos dizem que sim e outros tantos, não. E até hoje não se chegou a nenhuma condição sobre ela.

    E dentro de uma certa relatividade, é certo que para uns poucos ela é bastante positiva. Enquanto que para os que sobram, não. Mas digamos que a coisa funciona mais ou menos da seguinte forma: é estar no lugar certo, na hora certa e com pessoas certas ao redor. É quase que um caminho andado, diriam.

    Todavia, é bom prestar muita atenção. Em tudo e em todos. Porque pra que a coisa funcione, será necessário possuir as condições para atender à dita sorte. E nem custa lembrar de uma frase do famoso jogador de basquete, Oscar Smith. Quando alguém dizia para ele que possuía muita sorte ele retrucava na mesma hora: "quanto mais eu treino, mais sorte adquiro".

    Mas a vida é do jeito que é, sem que possamos alterá-la. A sorte é um fator misterioso. De certa forma deve escolher o candidato de forma aleatória. E feliz é quem é bafejado por ela, recebendo suas graças. Daí que a única coisa que se deve fazer é aproveitar a chance dada. É ficar sempre à sua disposição, preparado para ela. E só.

    Um detalhe é certo. Nem todos os que a ganham o fazem por merecer. É uma situação inexplicável. Mas todos não podem desanimar e deixar de persegui-la. Dizem que uma hora ela nos chega. Então...

CONJECTURAS SOBRE A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, AI.

       Tudo o que envolve assunto sobre essa tal de inteligência artificial, AI, parece já estar saindo do controle de muita gente. O pior é que pode acontecer de oportunistas aproveitarem esse desvirtuamente mental da sociedade, até da humanidade, e atraia para si mais importância do que merecem. Ou precisam.

       Chega a ser divertido a preocupação de muitos se a AI conseguirá se sobrepor à inteligência natural e humana. Oras, isso são preocupações que podemos atribuir à pura ignorância, haja vista que esta é, ou foi, criadora da outra. Então estão raciocinando como se a criatura conseguirá engolir sua criadora. Isto passaria longe do óbvio. Além de ser totalmente inadmissível e inaceitável.

       Quanto à preocupação, claro é que a devemos ter, sim. Porque já foi dito por muitos, e até muitas vezes, que o humano é um ser do mal. E não se pode desconsiderar isso, haja vista o atual est´pagio de perversidade que estamos enfrentando e atravessando.

        Então, já se começa a assistir situações alarmantes com o uso da AI. E onde isso parará é o que devemos nos ater. Porque se mantivermos indiferença a tais e tantos absurdos, o mundo rolará para o fundo do poço, seja lá o que isso queira dizer, mas todos já o sabem muito bem.

        O que se deve promover é o controle sobre as criações, fabricações e ideias oriundas da AI. Isso porque uma mente do mal pode tender a realizar suas ideias malignas. Aí já não se poderá fazer nada.

SUCESSOS, OS DE ANTES E OS ATUAIS...

       Dentre muitas coisas que acontecem diariamente em nosso cotidiano, temos que convir que boa parte delas empregam situações positivas. Mas é claro que nem todas o são. Talvez por isso se entenda essa repressão buscada pelo poder público tupiniquim, que anda tentando inibir ações, principalmente de redes sociais, canais geradores de mídia, e outras coisas afins.

     Uma das percepções que se pode tirar disso tudo são as facilidades dos jovens em se comunicarem, bem como estarem gerando ganhos financeiros com isso. E há deles que andam alcançando valores respeitáveis.

      E do que se pode avaliar disso tudo é a pouca capacidade nas responsabilidades do que produzem. Ainda não está havendo equilíbrio suficiente nisso. Talvez o descontrole se dê através dessa pouca maturidade de muitos nesses universos.

      Então, os desencontros se deem, sem que possamos, pelo menos por enquanto, controlá-los todos. Ou grande parte deles. E isso é necessário, sim. Porque o sucesso costuma subir à cabeça de quem não tem preparo para desenvolvê-lo e consegui-lo. 

      É até interessante comparar a juventude atual com aquela de antes. Em tempos passados não havia as facilidades que encontramos hoje entre todos. Talvez por isso é que muitos andam se perdendo, fazendo asneiras e criando situações constrangedoras, algumas vexatórias e outras inconsequentes. E ainda existem as desleais e desonestas.

      Como está sendo fácil à juventude atual manejar altos valores. Até mesmo alguns já andam suplantando as situações financeiras e econômicas de seus próprios país. Algo inexplicável, digamos. Mas, surpreendentes, ao final.

      Enfim, ainda não se sabe onde tudo isso parará. Conjecturas podem ser produzidas aos montes. Mas elas não conterão, por enquanto, as soluções, para que possamos ter tudo sob controle, livrando-nos, todos, de situações ruins. É aguardar para ver e chegarmos num futuro que nos possa mostrar o que fazer. Adequadamente.

PUXANDO A BRASA PARA A PRÓPRIA SARDINHA

      Anda tão difícil de se tomar certas posições nessa vida. Há muitas distorções e divisões nisso. Então, o que fazer? Como se posicionar? Principalmente para não se cair em contratempos. Ou até em desgraças.

    Essas dependências lembram uma certa história. A do copo com água até ao meio. Para uns, os ditos otimistas, ele está meio cheio. Por outro lado, para os pessimistas, ele está meio-vazio. E quem é que está com a razão nesse caso? Ora bolas, ambos. Não há nem o que discutir.

     E a vida é assim mesmo. Cada um com a sua visão e opinião. As quase sempre, o que ocorre, é uma prática de um exercício muito comum entre a maioria dos viventes nesse planeta. O de buscar atrair, ou puxar, a brasa para a sua sardinha.

      Isso, por certo, será sempre assim. Mesmo que as tentativas nesse exercício não acabe em sucesso. O ser humano parece ter nascido para disputa, para confronto. Sempre. Mas não deveria ser assim. A matemática mostra que em se dividindo, se perde. O contrário, quando se soma, aumenta-se os resultados.

      Imaginemos se o ser humano não possuísse a tão falada inteligência? Como seria ou estaria o mundo? Parece é que a humanidade ainda não percebeu isso. Quem sabe um dia o consiga? O mundo se transformará por completo. Mesmo que não se consiga alcançar a perfeição. Já seria satisfatório um avanço desse.

BEM E MAL; BOM E RUIM; A ESCOLHA É INDIVIDUAL

      O mundo virou completamente de cabeça para baixo. As conceituações diversas sofreram radicais alterações,  a ponto do que valia antes, hoje já não vale mais. A começar pelo desrespeito das leis, das regras, bem como de quase tudo criado para ordenar e orientar a conduta das pessoas neste mesmo mundo.

    Não se pode precisar qual o percentual desse desequilíbrio social coletivo. Mas, por certo, este é bem avançado. Por isso os resultados ruins e negativos que se colhem no dia a dia. E, parece, ser um caminho sem volta. Porque a escolha está sendo definitiva e determinante.

    É claro que tudo isso é assustador e apavorante. Porque se o mundo segue um rumo negativo, o que se colherá lá na frente. Boas coisas é que não serão. Por que a violência extrapola limites? Por que ainda não se tomou iniciativas de pará ou, pelo  menos, diminuí-la? Sabe-se lá! 

    A expectativa, mesmo que negativa, é a de que a humanidade se extinguirá, acabando e sumindo do planeta. Mas será que isso é um exagero de alguns? Ou até mesmo de muitos? Não se pode desdenhar disso.

PAPO DE 171 OU DE MUITAS LOROTAS?

      Na assertiva anterior foi citado o termo Inteligência artificial, AI. E neste nosso presente, anda surpreendendo a quase todos. Alguns...