RELIGIOSIDADE: UMA COMPLEXIDADE VITAL

          Difícil, e muito, abordar certos assuntos. Por várias e diversas razões e motivos. Primeiro pelo alcance de se ferir suscetibilidade em alguém, ou até mesmo em alguns. E do que se refere tal assertiva? De religiões. Seja lá qual for ela.

       Primeiro porque quando se faz indagações sobre algo à elas relativos, mesmo que saibamos ser uma resposta e/ou uma explicação insustentável do que foi indagado, sempre se recebe respostas, no mínimo, incompletas e/ou inexplicáveis. Também inconclusivas. Há o ensejo de se divagar a respeito, criando ou gerando teorias até absurdas.

       Talvez isso fosse contornado se a humanidade conseguisse descobrir a sua verdadeira origem. Porque pelo menos em duas situações, uma religiosa e outra científica, mesmo assim ainda se fica pendente de uma verdade daquelas que chamamos absoluta.

        Uma religião, seja qual for, usa do recurso do mistério. Até mesmo do medo ao seguidor. E aí sai vencendo porque como ninguém sabe a exatidão daquilo que teme, sempre ficará de pé atrás, se são verdades ou não. 

        Também, nesses casos, usa-se a argumentação da fé, que é acreditar em buscar solidez nela. Você tem acreditar naquilo que lhe apresentam e acabou. Sem mais conversa. E isso vem atravessando milênios.

        Nesse ponto pode-se usar os créditos do Cristianismo e do Judaísmo. Ambas as religiões estão a milênios aguardando o retorno (a volta) de seus Messias. O Judaísmo a 5.785 anos; o Cristianismo, 2025 anos. Daí indaga-se qual delas tem a razão disso?

        Um outro ponto é o seguinte. Em quase todas as religiões se observam sérias discordâncias, dissonâncias e desavenças entre seus seguidores. Mais ainda com os que não pertencem à elas. Porque entra o aspecto de vender a respectiva credulidade. E não admitem controvérsias a respeito disso.

        Mas, pesado mesmo é alguém que não possua seus (deles) próprios credos, e nem precisa discordar abertamente disso. Basta não aceitar as respectivas referências de alguma religião. Acaba quase sempre sendo rejeitado e até repelido por seus seguidores. Coisa estranhíssima.

        A vida é assim mesmo. Cheia de nuances, mistérios, dúvidas e desencontros. O importante é vivê-la, buscando e evitando arrumar encrencas. O resto vem a reboque.


*Em tempo: existe até uma situação interessante envolvendo religião. É que costuma-se classificar alguns seguidores, principalmente da religião muçulmana, por exemplo, como radicais e/ou fundamentalistas, pelas contundências que perpetram com aqueles aos quais consideram adversários. Entretanto, existe no cristianismo esse mesmo tipo de elemento. Digamos que dissimulados.

ALHOS E BUGALHOS

     O jornalista Paulo Figueiredo, que mesmo sendo um brasileiro, por rzões específicas foi se exilar nos Estados Unidos, estando lá já há onze anos, com permanência legal e documentada. Isso lhe dá as garantias legais de estar lá como se fosse um americano.

     E isso aconteceu por ele manter uma postura critica, tecendo artigos e comentários, quase sempre voltados à política e seus agentes, angariando inimigos em demasia. E quase sempre figurões. Um deles o ministro Alexandre de Morais, que o persegue há anos, que conseguiu êxito em causar-lhe danos profundos como cassação de passaporte, cancelamento de suas redes e canais na internet, bem como buscando transformá-lo num proscrito junto à Polícia Federal. Só não o conseguiu à Polícia Internacional.

     Então, desde sempre, ele tem se movido de forma especial em conseguir que os Estados Unidos, através da Lei Magnitsky, agindo junto ao Congresso Nacional Americano, com a finalidade de sancionar esse ministro, buscando desestabilizá-lo de poder que assumiu exageradamente em nosso país.

     E dentre muitos imbróglios que se envolveu, um deles dá conta de um processo que lhe moveu uma deputada chamada Erika Hilton, que na verdade é um homem cujo nome de origem é Felipe Santos Silva. O que consta em sua ficha de vereador no interior de São Paulo há tempos atrás.

     Mas Paulo Figueiredo, sabe-se lá por que cargas d'água, o tratou ou referiu-se a ele com sua originalidade genética e não como em uso nesse tal de "nome social". Foi onde arrumou sarnas pra se coçar, haja vista que esse elemento o processou, o que nem se sabe se logrará êxito com isso, pela residência do mesmo nos Estados Unidos.

     E o jornalista abriu guerra contra o acusador. Em seus canais, destaca essa situação, acrescentando o fato de que só mudará o tratamento a ele se o mesmo apresentar documento onde consta registro de ser do sexo feminino e não o contrário. 

     Destaque-se um fato: este mesmo deputado teve sua entrada nos Estados Unidos impedida, por constar nele o gênero masculino, apesar da aparência feminina. E isso foi que gerou toda essa polêmica por parte do atingido.

     E a verdade é que o mundo virou de cabeça para baixo. Pessoas apresentando desajustamentos profundos, querendo fazer com que as demais aceitem uma situação descabida, como essa aqui relatada. Tudo isso contando com a incompetência jurídica ora existente, que está sendo incapaz de analisar com propriedade e clareza, situações estapafúrdias como essas.

     Em resumo: tentam e buscam alterar a naturalidade e a natureza das coisas nesse nosso atual cotidiano. Onde é que tudo isso parará?

PAPO DE 171 OU DE MUITAS LOROTAS?

      Na assertiva anterior foi citado o termo Inteligência artificial, AI. E neste nosso presente, anda surpreendendo a quase todos. Alguns...